Já o Ministério Público fez questionamentos sobre o cumprimento das obrigações instituídas no contrato firmado com a prefeitura
As tratativas foram reabertas após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) solicitar manifestação do Executivo municipal sobre as discussões locais, em um despacho assinado pelo ministro Herman Benjamin.
O Sinetram apresentou planilhas orçamentárias detalhando os custos da tarifa, enquanto o IMMU informou os custos operacionais da frota, incluindo gastos com combustível, manutenção e pessoal.
Já o Ministério Público fez questionamentos sobre o cumprimento das obrigações instituídas no contrato firmado com a prefeitura. Entre os principais itens, está a renovação da frota operante com tempo de vida superior a 10 anos, além da frota especial TransPorta — que prevê que, a cada 30 veículos em operação pelas concessionárias, um deverá ser adaptado a pessoas com deficiência.
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A CDL apresentou um relatório alertando para o impacto econômico de um aumento do vale-transporte para R$ 6, sugerindo um reajuste gradual. A promotora de Justiça Sheyla Andrade destacou a importância da discussão para a sociedade e a busca por um consenso.
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As partes se comprometeram a levar as propostas à Prefeitura de Manaus, com uma nova reunião agendada para 17 de abril. A decisão final sobre o reajuste da tarifa de ônibus será tomada pelo Executivo Municipal.
Fonte: G1