Neste sábado (26), no exato dia em que a Globo completa 60 anos, a emissora celebra também uma trajetória dos grandes fatos que marcaram o Jornalismo e o Esporte ao longo dessas seis décadas — histórias que ajudaram a contar o próprio Brasil aos brasileiros.
O primeiro telejornal do “plim-plim”, o “Tele Globo”, foi ao ar em 1965, ano de inauguração do canal. Quatro anos depois, em 1969, surgia o primeiro telejornal transmitido em rede para todo o país, o “Jornal Nacional”, apresentado por Cid Moreira e Hilton Gomes.
Em 1972, Sérgio Chapelin passou a ser o parceiro de Cid na bancada. Desde então, o jornalístico se tornou uma das principais fontes de informação dos brasileiros e referência no meio. Atualmente sob o comando de William Bonner e Renata Vasconcellos, o “JN” é um dos pilares da grade da emissora.
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Bonner, que assumiu a bancada em 1996, também é editor-chefe do telejornal e carrega, ao longo de quase três décadas à frente do noticiário, lembranças marcantes. “Ao longo desses anos de ‘JN’, eu participei de muitas coberturas importantes. Como a das eleições norte-americanas que elegeram Barack Obama, em 2008, o primeiro e único presidente negro dos Estados Unidos até agora”, relembra o jornalista.
Momentos difíceis também marcaram a carreira de Bonner, como ele relembra ao citar duas coberturas no Rio Grande do Sul: “Foram situações dramáticas que me marcaram muito no mesmo estado.
A tragédia da Boate Kiss (em 2013) e as enchentes do Rio Grande do Sul no ano passado. A situação das chuvas na capital gaúcha foi piorando no decorrer dos dias e fomos para lá para dar visibilidade aos problemas. Não só nós, mas vários veículos de imprensa. Foi a primeira vez também que eu fiz um telejornal totalmente de improviso, sem teleprompter”.
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Entre os momentos de grande emoção, o “JN” também foi palco para celebrações que uniram o país. “A Globo também nos trouxe coberturas memoráveis de celebrações como títulos mundiais do Ayrton Senna, conquistas da seleção brasileira de futebol e de vôlei”, destaca Bonner.
Fonte:Extra