Philodendron luanae é nativa da Mata Atlântica e foi encontrada em dois pontos entre Alfredo Chaves e Castelo, na Região Serrana
Uma nova espécie de planta foi identificada no Espírito Santo após pesquisadores analisarem fotografias feitas por observadores de aves. O registro, que inicialmente tinha como objetivo documentar a fauna da região, acabou ajudando cientistas a reconhecer uma espécie vegetal que ainda não havia sido descrita pela ciência.
A descoberta ocorreu durante a análise de imagens produzidas por pessoas interessadas em observar e fotografar aves. Em meio à vegetação registrada nas fotografias, pesquisadores perceberam características que chamaram a atenção e deram início a uma investigação para identificar a planta.
Após estudos e comparações com exemplares já conhecidos, os cientistas concluíram que se tratava de uma espécie nova. A identificação mostra como fotografias feitas por cidadãos podem contribuir para pesquisas científicas e ajudar a ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.
Veja também
.jpg)
Rio Negro recua em Manaus e chega a 26,55 metros durante vazante
Novo veranico começa nesta quarta-feira e deve trazer dias de calor e tempo seco
O Espírito Santo abriga importantes áreas de Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos em espécies do país e também um dos mais ameaçados. A presença de pesquisadores, fotógrafos e observadores de aves em áreas naturais acaba produzindo um grande volume de registros que pode ser aproveitado pela ciência.
![]()
Foto: Redes sociais / @araceologo
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Para os especialistas, o caso reforça a importância de iniciativas de ciência cidadã, nas quais a população ajuda a registrar animais e plantas encontrados na natureza. Uma simples fotografia, feita durante uma atividade de lazer, pode acabar revelando uma espécie desconhecida e contribuir para a preservação da biodiversidade.