Um dispositivo para testes com saliva está certificado, segundo o Inmetro, mas aplicação em blitze não é automática, e casos podem demandar confirmação por análise laboratorial
As regras de fiscalização no trânsito estão passando por mudanças e ampliando a atenção para motoristas que estejam sob efeito de substâncias capazes de alterar a capacidade de dirigir. Além do álcool, os mecanismos de fiscalização podem identificar a presença de determinadas drogas no organismo por meio de testes feitos com saliva.
Entre as dúvidas que surgem com as novas medidas está a situação de pessoas que utilizam medicamentos prescritos, incluindo alguns antidepressivos e produtos à base de canabidiol. O simples uso de um medicamento, porém, não significa automaticamente que o motorista esteja cometendo uma infração: o ponto central é verificar se existe alteração da capacidade psicomotora.
O chamado drogômetro é um equipamento que utiliza amostras de saliva para procurar determinadas substâncias. A tecnologia vem sendo testada pelas autoridades brasileiras como uma ferramenta complementar às abordagens tradicionais da Lei Seca.
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A legislação brasileira já prevê punições para quem dirige sob influência de álcool ou de outras substâncias psicoativas que possam comprometer a capacidade de condução. A fiscalização, portanto, não se limita exclusivamente à bebida alcoólica.
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A orientação é que motoristas que utilizam medicamentos sigam a prescrição médica e as orientações sobre possíveis efeitos no volante. Em caso de dúvida sobre determinado remédio, é importante consultar o médico ou farmacêutico antes de dirigir.