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O plano da China para se tornar uma superpotência de IA
Foto: Reprodução

Pequim está criando uma cidade de data centers para impulsionar suas capacidades de IA em resposta ao projeto Stargate, dos EUA

As principais potências do mundo já estão de olho na inteligência artificial. A tecnologia é considerada estratégica na corrida pela hegemonia global, sendo um dos capítulos da disputa entre Estados Unidos e China.

 

Os EUA, por exemplo, anunciaram a criação de um ambicioso projeto, chamado de Stargate, focado em infraestrutura de IA. Em resposta, Pequim está criando uma verdadeira cidade de data centers para impulsionar as suas capacidades no setor.

 

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OBJETIVO É REDUZIR A DIFERENÇA PARA OS EUA

 

Segundo reportagem do Financial Times, o governo da China está construindo os data centers em uma ilha de cerca de três quilômetros quadrados na região de Wuhu.

 

No local, os antigos campos de arroz estão dando espaço à infraestrutura de IA.

 

No total, serão quatro espaços operados pela Huawei, China Telecom, China Unicom e China Mobile.

 

Eles devem se concentrar na “inferência”, processo no qual um modelo de inteligência artificial já treinado aplica seu conhecimento para fazer previsões, tomar decisões ou gerar resultados com base em novos dados que nunca viu antes.

 

O objetivo deste movimento é ampliar a capacidade chinesa.
De acordo com grupo de pesquisa Epoch AI, os Estados Unidos têm cerca de três quartos do poder de computação global, em comparação com 15% da China.

 

CHINA ESTÁ CONECTANDO AS INFRAESTRUTURAS DE IA

 

Pequim ainda está planejando integrar os data centers. Segundo a publicação, essa seria uma resposta criativa para um problema gerado nos últimos anos. Acontece que as autoridades chinesas usaram processadores potentes em instalações distantes dos grandes centros urbanos. Agora, a demanda está disparando em locais mais próximos das grandes cidades e simplesmente transferir os data centers para lá não é uma possibilidade. Dessa forma, a solução adotada foi conectar essa infraestrutura.

 

O governo chinês direcionou o uso da tecnologia de rede da China Telecom e da Huawei para conectar processadores diferentes espalhados por vários locais. Essa tecnologia já é usada por provedores de serviços em nuvem para ligar vários sites e criar redundância, evitando apagões em caso de falhas ou outros problemas.

 

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Os gigantes chineses das telecomunicações agora estão usando a mesma combinação de transponders, switches, roteadores e soluções de software para mover o poder de computação dos data centers do oeste para o leste. Junto com o investimento em novos espaços, esse esforço vai ajudar a promover as capacidades chinesas.

 

Fonte: Olhar Digital

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