Embora o desempenho sexual masculino seja sempre associado ao pênis, esta não deve ser a única métrica. Veja o que diz sexóloga sobre tema
A resposta sexual masculina vai muito além da ereção. Segundo a sexóloga Stephanie Seitz, o processo começa no cérebro e envolve o sistema nervoso, hormônios, emoções, memórias e até a sensação de segurança emocional.
De acordo com a especialista, a rotina moderna pode interferir diretamente nesse processo. Excesso de trabalho, notificações constantes, uso prolongado de celular, redes sociais e outros estímulos podem dificultar a concentração e a presença emocional durante a relação.
O estresse e a ansiedade também podem afetar o desejo sexual. O aumento do cortisol, associado ao estresse crônico, pode interferir nos mecanismos relacionados ao relaxamento e à libido, fazendo com que alguns homens tenham dificuldade para se envolver sexualmente mesmo sem apresentar alterações físicas.
Veja também

Bateau Mouche: tragédia que matou 55 pessoas e chocou o Brasil ainda gera revolta décadas depois
O que é ciclone extratropical? Fenômeno ocorre no Brasil nesta semana
Outro fator citado é o chamado “spectatoring”, quando a pessoa passa a observar e avaliar o próprio desempenho durante o sexo. A preocupação excessiva em “dar conta” pode aumentar a ansiedade e prejudicar justamente a resposta que o homem espera ter.

Foto: Reprodução
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Por isso, especialistas defendem uma visão mais ampla da sexualidade masculina. Desejo, conexão emocional, relaxamento e atenção plena também fazem parte de uma vida sexual saudável — e não apenas a capacidade de manter uma ereção.