Nova rodada de tarifas do republicano pode desencadear retaliações comerciais da União Europeia e China
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que esta quarta-feira (2) será o “Dia da Libertação”, uma data marcada pelo início de uma nova rodada de taxações sobre produtos importados. A medida prevê tarifas de 25% sobre uma ampla gama de mercadorias estrangeiras, incluindo aço, alumínio, automóveis e petróleo, como parte da estratégia de Trump para fortalecer a indústria americana e reduzir o déficit comercial do país.
Embora os detalhes exatos das tarifas ainda sejam imprecisos, o plano de taxação tem sido um dos pilares da política econômica do republicano, que defende a necessidade de proteger os Estados Unidos contra o que considera práticas comerciais desleais de outras nações.
A decisão, no entanto, gera preocupações sobre uma escalada na guerra comercial global e possíveis aumentos nos preços para os consumidores americanos.
Veja também

Estrela de NYPD Blue e parceiro são presos por disputa doméstica
General do Irã ameaça bases dos EUA após pressão de Trump
Trump sustenta que os Estados Unidos foram prejudicados por anos de importações em larga escala e déficits comerciais, argumentando que a nova política ajudará a reverter esse cenário.
“Este é o início do Dia da Libertação nos Estados Unidos”, afirmou o presidente. “Vamos cobrar dos países que estão fazendo negócios em nosso país e tirando nossos empregos, nossa riqueza e muitas outras coisas ao longo dos anos.”

Foto: Reprodução
A medida também se insere no discurso nacionalista de Trump, alinhado ao slogan “Make America Great Again” (Faça a América grande de novo), ao buscar incentivar o consumo de produtos fabricados no país.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Durante uma entrevista à NBC News, ele afirmou que não se incomodaria se os preços dos veículos aumentassem, por exemplo, pois isso tornaria os automóveis produzidos nos EUA mais competitivos. “Espero que eles aumentem seus preços, porque se isso acontecer, as pessoas comprarão carros fabricados nos EUA”, disse.
Fonte: R7