Urologista alerta sobre a importância de vigiar a saúde da próstata, que tende a aumentar de tamanho conforme envelhecemos
O câncer de próstata é o tipo mais comum entre a população masculina, atrás apenas do de pele – muito disso por conta do desconhecimento que o homem tem sobre a própria próstata.
A saúde da próstata é um elemento chave na avaliação geral da saúde masculina, destaca o urologista Fernando Leão. De acordo com ele, o órgão é crucial na produção de fluido seminal, e com o envelhecimento, frequentemente aumenta de tamanho.
A hiperplasia benigna da próstata (HBP), caracterizada pelo aumento benigno da próstata, pode assustar em um primeiro momento, mas é comum e geralmente não está associada ao câncer. Apesar disso, esse aumento pode causar sintomas como dificuldade para urinar e aumento da frequência urinária, especialmente à noite, alerta o médico.
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Embora a HBP seja considerada uma parte natural do envelhecimento, é importante monitorá-la devido à possibilidade de complicações. “Homens devem ficar atentos a qualquer mudança no padrão urinário ou desconforto na região pélvica, pois podem ser sinais de alerta”, aconselha Leão.
Outra preocupação é o câncer de próstata, um dos tipos mais comuns entre os homens. Trata-se da causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).
Os sintomas podem ser semelhantes aos da HBP, tornando cruciais os exames regulares para um diagnóstico precoce, que é fundamental para um tratamento eficaz. “O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso no tratamento de doenças prostáticas, especialmente o câncer de próstata”, afirma o urologista.
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No que diz respeito ao diagnóstico e tratamento de problemas prostáticos, a medicina moderna oferece várias opções. Exames de sangue, como o teste de PSA (antígeno prostático específico), ultrassonografias e biópsias guiadas por ressonância magnética são algumas das ferramentas de diagnóstico disponíveis. Os tratamentos variam desde vigilância ativa até procedimentos cirúrgicos e radioterapia, dependendo da gravidade do caso.
Fonte: Saúde em Dia