O objeto forneceu um meio de medir objetivamente a resposta à distração por circuitos de dor no cérebro
"Este estudo sinaliza uma nova era na medicina de precisão, onde a neuroimagem e a terapêutica digital revolucionam a avaliação e o tratamento da dor", disse o pesquisador principal Somayeh Besharat Shafiei, professor assistente de oncologia no Roswell Park Comprehensive Cancer Center em Buffalo, Nova York.
Os pesquisadores pediram a 41 pacientes que usassem os óculos de realidade virtual e explorassem um mundo subaquático realista. Além disso, eles deveriam usar um boné que rastreava a função cerebral. O objeto forneceu um meio de medir objetivamente a resposta à distração por circuitos de dor no cérebro.
"Essa terapia combinada pode reformular os protocolos clínicos de tratamento da dor, reduzir a dependência de opioides e melhorar a qualidade de vida de milhões de pacientes com câncer no mundo todo", acrescentou Shafiei.
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Os pesquisadores observaram que a distração poderia controlar a dor, desviando a atenção da agonia por meio de pensamentos ou atividades envolventes, observaram os pesquisadores.
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Eles compararam a dor dos pacientes de realidade virtual antes e depois de usar os óculos com a de 13 pacientes saudáveis e 93 pacientes com câncer que usaram os capacetes por 10 minutos sem realidade virtual.

Foto: Reprodução
Mais de 75% dos pacientes com câncer que usaram os óculos com realidade virtual relataram diminuição na dor. Esses autorrelatos foram apoiados por imagens em tempo real que mostraram mudanças significativas na comunicação entre os circuitos neurais relacionados à dor no cérebro.
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"Os resultados do estudo destacam o potencial da realidade virtual como uma ferramenta útil e não invasiva de controle da dor, capaz de induzir reduções significativas na gravidade da dor percebida entre pacientes com câncer", afirmou o pesquisador.
Fonte: O Globo