Revoltados com a demora nas ações oficiais, parentes das vítimas prometem custear mergulhadores e o içamento da embarcação.
O oitavo dia de buscas pelos desaparecidos do naufrágio da lancha Lima de Abreu XV começou, neste sábado (21/02), com manifestações de revolta em Nova Olinda do Norte, no interior do Amazonas. Familiares e amigos das vítimas cobram respostas mais rápidas e maior eficiência nas operações de resgate.
Para os parentes, a tragédia ultrapassa a dimensão de um acidente e expõe fragilidades na fiscalização do transporte fluvial e na estrutura de salvamento do estado. Diante da demora na retirada da embarcação, que permanece submersa, as famílias decidiram agir por conta própria.
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Os parentes anunciaram que pretendem arrecadar recursos para custear o içamento da lancha, além da contratação de mergulhadores e equipamentos privados para reforçar as buscas.
A decisão ganhou força após relatos de que sinais de um iPhone pertencente a um dos passageiros desaparecidos teriam sido detectados nas proximidades do local do naufrágio. A embarcação está a cerca de 50 metros de profundidade, segundo informações repassadas às famílias.
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Enquanto aguardam providências oficiais, os familiares afirmam que não irão interromper os esforços até que todos os desaparecidos sejam localizados, intensificando a pressão por respostas e por medidas que evitem novas tragédias nos rios do Amazonas.