Onda de calor na segunda quinzena de junho foi a pior já registrada na Europa, com diversos países registrando recordes de temperatura
A forte onda de calor que atinge a Europa já provoca impactos alarmantes. Dados divulgados por autoridades de saúde apontam que França, Bélgica e Holanda registraram cerca de 3,7 mil mortes a mais durante o período de temperaturas extremas.
Segundo especialistas, o excesso de mortes está diretamente ligado às altas temperaturas, que têm sobrecarregado hospitais e aumentado o risco de complicações graves, principalmente entre idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas.
Em várias cidades, os termômetros ultrapassaram os 40°C, cenário considerado incomum até mesmo para o verão europeu. O calor intenso também elevou alertas para desidratação, insolação e agravamento de problemas cardiovasculares e respiratórios.
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Autoridades locais reforçaram recomendações para que a população evite exposição prolongada ao sol, mantenha hidratação constante e procure ambientes refrigerados nos horários mais quentes do dia.
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Cientistas alertam que eventos climáticos extremos, como ondas de calor prolongadas, têm se tornado mais frequentes e intensos em razão das mudanças climáticas, ampliando riscos à saúde pública e pressionando sistemas de emergência em diversos países.