Pelo menos 12 pessoas foram mortas em ataques nesta terça; Unicef contabiliza mais de 9,3 mil casos de doença em acampamentos superlotados para deslocados
A Organização das Nações Unidas (ONU) voltou a denunciar o agravamento da crise humanitária na Faixa de Gaza diante da escalada dos ataques israelenses e da deterioração das condições de vida da população. A situação se torna ainda mais preocupante com a circulação de doenças em meio ao colapso da estrutura de saúde.
Entre os problemas registrados está um surto de catapora, que aumenta a pressão sobre hospitais e equipes médicas já sobrecarregados. A falta de medicamentos, água potável e condições adequadas de higiene dificulta o controle de doenças infecciosas no território.
A ONU afirma que a população civil continua enfrentando uma situação cada vez mais grave, com milhares de pessoas deslocadas e acesso limitado a serviços básicos. A organização também reforça que civis devem ser protegidos e que a ajuda humanitária precisa chegar à população.
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A escalada da violência ocorre em meio a uma estrutura de saúde extremamente fragilizada. Hospitais e centros médicos enfrentam falta de equipamentos, medicamentos e outros recursos essenciais para atender aos pacientes.
O avanço de doenças como a catapora aumenta o temor de novos surtos em Gaza, especialmente entre crianças, que vivem em condições precárias e em locais superlotados. A crise sanitária se soma à destruição provocada pelos ataques e à dificuldade de acesso à assistência humanitária.
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A ONU voltou a pedir a proteção da população civil e a ampliação da entrada de ajuda humanitária no território. A entidade alerta que, sem uma mudança urgente no cenário, a crise humanitária tende a se aprofundar ainda mais.