Professor foi preso na operação realizada pela Depca e já responde por um crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 11 anos
A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), realiuzou a Operação Coração de Isca que resultou nos cumprimentos de mandados de prisão temporária, busca e apreensão, busca pessoal e quebra de sigilo telemático de um professor, 30, investigado por favorecimento da prostituição, estupro de vulnerável e armazenamento de pornografia infanto-juvenil de suas alunas de 8 anos.
De acordoc om a delegada Déborah Ponce, adjunta da Depca, as investigações iniciaram após uma denúncia em relação ao crime de favorecimento à prostituição de crianças e adolescentes, envolvendo um professor da rede municipal, cuja as vítimas seriam suas alunas.
“O professor costumava se relacionar com mães de alunos para chegar até as vítimas. Tivemos conhecimento de que ele chegou a oferecer dinheiro para uma mulher, sem ligação alguma com as vítimas e com quem ele também se relacionava, para que ela obtivesse fotos das alunas, o que configura crime de favorecimento a prostituição de crianças e adolescentes. Essa mulher também está sendo investigada”, contou Deborah Ponce.
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No decorrer das investigações, foram revelados indícios claros da intenção do suspeito em explorar sexualmente as vítimas, oferecendo vantagens econômicas e caracterizando o crime de estupro de vulnerável. Foi solicitado ao Poder Judiciário os mandados e, na quarta-feira, a Depca deflagrou a operação para cumpri-los.
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Delegada adjunta Déborah Ponce relevou detalhes da operação
e prisão do professor acusado (Foto: Divulgação)
A polícia apreendeu o celular do suspeito, e após quebra de sigilo telemático, foram encontrados arquivos contendo pornografia infantil. Diante disso, foi efetuada também a prisão em flagrante pelo crime de armazenamento de imagens de sexo explícito envolvendo crianças ou adolescentes, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O professor já responde à Justiça por um estupro de vulnerável de uma menina de 11 anos, e também é suspeito de cometer o mesmo crime contra outras crianças e adolescentes, que ainda estão sendo investigados.
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O homem responderá por estupro de vulnerável, favorecimento de prostituição e armazenamento de pornografia infanto-juvenil. Ele ficará à disposição da Justiça.