Imagens de uma operação contra o garimpo ilegal no Amazonas chamaram atenção pela grande quantidade de embarcações e equipamentos destruídos durante as ações. As operações ocorreram em áreas do Rio Japurá e da Estação Ecológica Juami-Japurá, região de difícil acesso no interior do estado.
Em uma das ações, realizada no âmbito da Operação Ágata Amazônia, equipes das Forças Armadas e de órgãos de fiscalização atuaram contra estruturas utilizadas na exploração ilegal de recursos minerais. A operação contou com participação da Marinha, do Exército, da Polícia Federal e do Ibama, entre outros órgãos.
A ofensiva provocou grandes prejuízos às estruturas utilizadas pelos garimpeiros. Em uma operação realizada na região de Japurá e Jutaí, 50 dragas foram inutilizadas, com prejuízo estimado em R$ 151 milhões. Também foram apreendidos combustíveis, armas, munições e outros materiais empregados nas atividades ilegais.
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Na Estação Ecológica Juami-Japurá, outra ação recente resultou na inutilização de 11 dragas, além de rebocadores, botes, motores, embarcações e uma balsa. Cerca de 48 mil litros de combustível também foram destruídos, e os órgãos ambientais aplicaram mais de R$ 1,6 milhão em multas.
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As ações fazem parte do esforço integrado das autoridades para combater crimes ambientais e reduzir a atuação do garimpo ilegal na Amazônia. Além dos prejuízos econômicos para os responsáveis pelas atividades clandestinas, as operações buscam impedir danos aos rios, à fauna e à flora em áreas protegidas do Amazonas.
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