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Padrasto é preso após confessar agressões que levaram à morte de criança no Rio
Foto: Divulgação

Investigação aponta violência física e possível histórico de maus-tratos contra menina de 1 ano e 9 meses.

Um homem foi preso pela Polícia Civil do Rio de Janeiro suspeito de matar a enteada, uma criança de 1 ano e 9 meses, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Ele confessou as agressões após apresentar contradições durante o depoimento.

 

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital, com apoio da 29ª Delegacia de Polícia (Madureira). O crime ocorreu na última quinta-feira (2), na comunidade do Quiririm, em Vila Valqueire.

 

De acordo com as investigações, o suspeito estava sozinho com a criança no momento das agressões. Ele teria se irritado com o choro da menina e desferido golpes na região abdominal.

 

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Após o ataque, a vítima apresentou um quadro grave, mas não recebeu socorro imediato. O homem teria apenas avisado a mãe por mensagem, informando que a criança não estava bem.

 

A menina foi levada posteriormente a uma unidade de saúde, mas já chegou sem vida.

 

 

Inicialmente registrado como morte a esclarecer, o caso foi encaminhado à Delegacia de Homicídios após exames periciais confirmarem lesões compatíveis com agressões físicas. Há também indícios de violência anterior, com base em depoimentos e registros reunidos pelos investigadores.

 

Durante a apuração, o suspeito apresentou versões conflitantes antes de admitir parcialmente as agressões. Diante das evidências, a Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias, com parecer favorável do Ministério Público.

 

RELATOS E CONTROVÉRSIAS

 

Durante o velório, a mãe da criança afirmou não ter percebido comportamentos agressivos anteriormente e disse que o companheiro era seu principal apoio. Ela relatou que estava fora de casa, em uma entrevista de emprego, no momento do ocorrido.

 

Por outro lado, pessoas próximas à família paterna contestam essa versão e afirmam que o suspeito demonstrava ciúmes da relação e já havia feito comentários negativos sobre a criança.

 

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As investigações continuam para esclarecer completamente o caso e verificar a possível existência de outros episódios de violência. 

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