Uma das envolvidas na profanação filmada em paróquia nos EUA atende pela acunha de Satanatrix
Um ex-padre católico que deixou a Igreja após ser flagrado fazendo sexo com duas dominatrixes (dominadoras) no altar de um templo em Pearl River — cerca de 64 quilômetros ao norte de Nova Orleans (EUA) — ganhou após cinco anos o direito de reaver todos os celulares, tablets, computadores, consoles de jogos, pen drives e cartões de memória apreendidos pela polícia local durante a investigação do episódio de setembro de 2020.
De acordo com o jornal "Guardian", eletrônicos serão limpos de todos os dados antes de serem devolvidos a Travis Clark.
O ex-padre se declarou culpado de uma acusação de obscenidade por filmar o seu encontro com as duas dominadoras, a Imperatriz Ming e Lady Vi, que também responde pela alcunha de Satanatrix.
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Em 2022, Travis foi condenado a três anos de regime condicional e multa de US$ 1.000 por obscenidade e profanação. Ele deixou o clero de forma voluntária.
O sexo com as profissionais do fetiche foi descoberto quando um paroquiano que passava de carro percebeu luzes incomuns àquela hora na igreja e parou para averiguar. Foi quando ele flagrou o padre no altar com as dominatrixes e os filmou, entregando em seguida o material à polícia.
A polícia foi ao local e prendeu o trio, confiscandolLuzes de palco, brinquedos sexuais e equipamentos de gravação. Fontes disseram ao "Guardian" que o vídeo que Travis filmou no altar "retratava um cálice de vinho da comunhão sendo urinado". O ex-religioso também foi visto nas imagens confiscadas usando calcinhas femininas.
Interrogado, Travis lamentou a vida celibatária dos padres e disse que estava lutando contra a "solidão e a falta de interação humana" durante a pandemia de Covid-19.
"Lutando e caindo, pecando também. Padres também pecam", disse ele.
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As mulheres se declararam culpadas no mesmo ano de vandalismo institucional e receberam liberdade condicional.
O altar da igreja foi todo substituído.
Fonte: Extra