Erisvaldo Almeida cobrou justiça pelo crime e disse que não consegue comer ou sair de casa devido ao baque emocional com a perda da filha
O pai da bebê de 10 meses que morreu após ser vítima de estupro, em Trairi, no litoral do Ceará, afirmou que ainda não conseguiu aceitar a perda da filha. Em entrevista, ele contou que não teve forças para acompanhar o sepultamento da criança e desabafou sobre a dor enfrentada pela família desde o crime.
Segundo o pai, a notícia foi tão devastadora que ele ainda não acredita no que aconteceu. "Não caiu a ficha", disse, relatando que a rotina da família foi completamente destruída e que a ausência da menina é difícil de suportar. O homem afirmou que não conseguiu participar do enterro porque não tinha condições emocionais de se despedir da filha.
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O caso chocou o estado após a bebê dar entrada em uma unidade de saúde com sinais de violência sexual. Apesar dos esforços da equipe médica, ela não resistiu aos ferimentos. A Polícia Civil investiga o crime como estupro de vulnerável seguido de morte, e dois suspeitos foram presos em flagrante.
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Abalada, a família pede justiça e espera que os responsáveis sejam condenados. Enquanto as investigações seguem em andamento, o pai tenta lidar com o luto e afirma que ainda busca forças para enfrentar a realidade após a perda da filha.