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Pais do menino que morreu no Hospital Santa Júlia denunciam e dizem que é a médica sem especialidade em pediatria acusada de provocar a tragédia
Foto: Divulgação

Medica Juliana Brasil dos Santos receitou a forte dosagem de medicação, que foi aplicada de forma errada e provocou a mote do menino

A forte dosagem de adrenalina que provocou a morte do menino Benício Xavier de Freitas, 6 anos, no último final de semana no Hospital Santa Júlia, foi prescrita pela médica Juliana Brasil Santos ((CRM 10771-AM).


O nome foi divulgado por Bruno Freitas e Joyce Xavier, pais da criança que veio a óbito após o grave erro na aplicação da medicação que era para ter sido feita por inalação, mas a adrenalina foi introduzia diretamente na veia de Benício, que ficou em estado grave e que não resistiu.


Os pais já foram orientados tecnicamente e já sabem que a dosagem de 3ml aplicada por via intravenosa em uma criança de 6 anos e peso aproximado de 21 quilos, se transforma rapidamente em um medicamento, capaz de matar, da forma que aconteceu.

 

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Os pais Bruno Freitas e Joyce Xavier confirmaram

que Juliana Brasil dos Santos foi a médica que atendeu

a criança no Hospital Santa Júlia

 

O mais absurdo, de acordo com o pai, Bruno Freitas, é que a médica receitou que a técnica de enfermagem fizesse três aplicações intravenosas de doses de 3 ml, a cada 30 minutos, totalizando 9ml de adrenalina, considerada uma quantidade de medicação extremamente perigosa para uma criança.


Para a mãe Joyce Xavier, somente o fato do erro médico de aplicar adrenalina na veia do menino, quando o procedimento era para ser realizado através de nebulização, já é um erro grosseiro e cujo resultado, foi trágico e tirou a vida de seu filho único.


Os pais da criança que morreu após aplicação incorreta de adrenalina em sua veia, questionam e já denunciaram no 24º Distrito Integrado de Polícia, que a médica Juliana Brasil Santos, estava exercendo a função de pediatra, sem a devida especialização.

 

 

Nome de Juliana Brasil aparece no

receituário como médica de pediatria

 

Uma consulta ao Cadastro do Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CRM-AM), comprova que Juliana Brasil, não é especializada ou graduada em pediatra e seu registro consta apenas como médica sem especialização alguma.


Os pais continuam inconsoláveis e abalados com tudo o que aconteceu a partir do momento que levaram o filho para atendimento médico, por uma simples enfermidade de gripe tosse seca (faringite) e a criança veio a óbito em virtude de falha médica.


Pela perda irreparável e buscando fazer justiça in memoriam em nome do filho Benício Xavier, primogênito do casal, Bruno Freitas e Joyce Xavier, estão tomando todas as medidas cabíveis, a começar pelo registro do Boletim de Ocorrência na Delegacia Interativa de Polícia.

Foram rceitadas três porções, mas Benício

Xavier morreu logo ao ser aplicada a primeira dose

de adrenalina em sua veia (Fotos: Divulgação) 

 

A médica Juliana Brasil Santos, a técnica de enfermagem que administrou a medicação e o Hospital Santa Júlia, serão alvos de representações criminais e processos judiciais, de acordo com os pais da criança.

 

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“O que está determinado pela lei, deve ser aplicado e os responsáveis pela morte de Benício Xavier, paguem pelo erro fatal que cometeram”, afirmou o casal em entrevista nessa quarta-feira.
 

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