Aluizio Vidal Flor, de 58 anos, foi detido preventivamente pela Polícia Civil após denúncias de mulheres; caso tramita sob sigilo
O pastor presbiteriano e ex-candidato à Prefeitura de Porto Velho Aluizio Vidal Flor, de 58 anos, foi preso preventivamente nesta terça-feira (15), em Rondônia. Ele é investigado pela Polícia Civil por suspeita de crimes contra a dignidade sexual praticados contra mulheres.
A prisão foi cumprida pela Delegacia da Mulher (Deam) da Polícia Civil de Rondônia, após determinação da Justiça. Segundo a corporação, a medida foi autorizada após o avanço das investigações conduzidas pela unidade especializada.
Vidal também é psicólogo e costuma publicar nas redes sociais conteúdos relacionados a terapia de casal e terapia familiar. Segundo informações apuradas durante a investigação, várias mulheres teriam procurado as autoridades para denunciar o pastor, o que levou à abertura e ao aprofundamento da apuração.
Veja também

Tensão explode no STF durante julgamento sobre investigação de Moraes
Homem invade vagão exclusivo para mulheres, assedia e agride passageiras no Distrito Federal
“O caso está sob sigilo”, informou a Polícia Civil.
As circunstâncias e os detalhes das denúncias não foram divulgados pelas autoridades. A investigação busca esclarecer os fatos e reunir elementos que possam contribuir para a apuração das suspeitas.
A Polícia Civil orienta que outras possíveis vítimas que tenham passado por situações semelhantes procurem a Delegacia da Mulher. Também é possível entrar em contato pelo telefone 197. Segundo a corporação, o atendimento é realizado de maneira segura, humanizada e sigilosa.
Além da atuação como pastor e psicólogo, Aluizio Vidal Flor teve participação na política de Rondônia. Ele disputou a Prefeitura de Porto Velho em 2012 pelo PSOL.
Em 2018, concorreu ao Senado pelo partido Rede. Antes disso, também havia disputado uma vaga ao Senado nas eleições de 2010 e 2014. Ele não foi eleito para nenhum cargo público.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
O caso permanece em investigação e tramita sob sigilo judicial. Até a publicação desta matéria, não havia manifestação da defesa de Aluizio Vidal Flor sobre a prisão e as suspeitas investigadas.