Detida na quinta-feira no Piauí, empresária nega que áudios com suposta confissão sejam de sua autoria e pede perícia
Uma mulher suspeita de envolvimento em um caso de tortura contra uma trabalhadora doméstica no Maranhão informou à Justiça que está grávida e pretende solicitar o direito à prisão domiciliar.
A suspeita é investigada por suposta agressão e maus-tratos contra a funcionária dentro do ambiente de trabalho. O caso ganhou repercussão após denúncias de violência que teriam ocorrido no local onde a vítima prestava serviço.
Segundo informações do processo, a defesa da investigada deve usar a gestação como argumento para pedir que ela responda ao caso em casa, e não em unidade prisional, caso haja eventual decretação de prisão preventiva.
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O episódio segue sob investigação das autoridades do Maranhão, que apuram as circunstâncias das agressões e a possível prática de tortura. A vítima teria sido encaminhada para atendimento e está sendo acompanhada pelos órgãos de proteção.
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O caso também deve ser analisado pelo Ministério Público, que acompanha o andamento do inquérito e pode se posicionar sobre o pedido de prisão domiciliar.