Conheça o peixe-ganso-de-dois-espinhos-do-atlântico, uma espécie peculiar encontrada nos EUA que viralizou por sua aparência inusitada
O fundo do mar sempre reserva mistérios e descobertas fascinantes que surpreendem cientistas e curiosos. Espécies pouco conhecidas e com características peculiares não apenas despertam a curiosidade da ciência, como também viralizam quando registradas em imagens e vídeos que circulam pelas redes sociais. Foi o que aconteceu recentemente com um peixe de aparência inusitada, flagrado na costa dos Estados Unidos.
Um vídeo registrado por um navio de exploração oceânica viralizou ao mostrar um peixe com aspecto incomum, lembrando um “rosto mal-humorado”. A espécie, que se destaca pela grande cabeça achatada, foi registrada no mar da Carolina do Sul, nos EUA, durante uma expedição promovida pela empresa Ocean Exploration Trust (Fundo de Exploração Oceânica, em inglês).
O momento inesperado arrancou risadas dos visitantes a bordo, que puderam acompanhar de perto a rotina das profundezas marinhas. A publicação do vídeo já ultrapassou 300 mil visualizações, com diversos comentários de internautas brincando que o peixe parecia estar contrariado com as visitas.
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ESPÉCIE PECULIAR
Identificado como peixe-ganso-de-dois-espinhos-do-atlântico (Sladenia shaefersi), o animal é encontrado no Oceano Atlântico ocidental, principalmente na costa norte dos EUA, segundo informações da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).
Sua aparência chama a atenção: a cabeça arredondada e levemente achatada, acompanhada de uma nuca convexa e uma crista óssea lisa que vai do topo do olho até a mandíbula, dão ao peixe um visual único. Além disso, possui nadadeiras traseiras alongadas que funcionam quase como pés, permitindo que ele “caminhe” pelo fundo do mar.
Habitante de áreas rochosas, o peixe-ganso utiliza sua camuflagem natural para surpreender presas como peixes menores e crustáceos, entre eles camarões. Embora seja comum em determinadas regiões, encontrá-lo ainda é considerado raro. A espécie pode atingir até um metro de comprimento.
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Segundo especialistas do Ocean Exploration Trust, apesar da aparência pouco amigável, trata-se de um predador eficiente das águas profundas, fundamental para o equilíbrio do ecossistema marinho.
Fonte: Diário Online