Descoberta de pesquisadoras do Instituto Oceanográfico ajuda a entender formas de vida em condições extremas
Um grupo de pesquisadoras da Universidade de São Paulo (USP) identificou uma nova espécie de microrganismo em um vulcão ativo na Antártida, em uma descoberta que amplia o entendimento sobre formas de vida em ambientes extremos.
O organismo foi encontrado em uma fumarola da Ilha Deception, onde há liberação de gases vulcânicos com temperaturas próximas de 100°C, mesmo em uma região cercada por gelo e neve.
Segundo os pesquisadores, trata-se de uma arqueia, um tipo de microrganismo unicelular conhecido por sobreviver em condições extremas, como alta temperatura e pressão. A descoberta ajuda a entender como a vida pode se adaptar a ambientes considerados inóspitos para a maioria dos seres vivos.
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A equipe conseguiu reconstruir o material genético do microrganismo a partir de amostras coletadas no local, usando técnicas avançadas de sequenciamento ambiental. O estudo também contribui para pesquisas em áreas como astrobiologia, que investiga a possibilidade de vida em outros planetas.
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O achado reforça o papel dos ambientes vulcânicos da Antártida como laboratórios naturais para o estudo da origem e da evolução da vida na Terra.