O motivo citado foi o atraso na aprovação do Orçamento de 2025 pelo Congresso
Auxiliares do Palácio do Planalto avaliam que o episódio evidenciou mais uma falha de comunicação do Ministério da Fazenda, como no caso da medida da Receita Federal que afetou a credibilidade do Pix.
O anúncio de Haddad de que a solução viria via MP ocorreu só oito horas após a própria Fazenda dizer que iria consultar o Tribunal de Contas da União (TCU) sobre alternativas para voltar a oferecer o crédito agropecuário.
A suspensão dos empréstimos com recursos equalizados (mecanismo de subvenção usado para garantir juros mais baratos do que os de mercado) foi anunciada pelo Tesouro Nacional na quinta-feirem ofício a instituições financeiras. O motivo citado foi o atraso na aprovação do Orçamento de 2025 pelo Congresso.
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Sem o aval dos parlamentares à peça orçamentária, os gastos do governo ficam limitados a 1/12 avos por mês. Ao mesmo tempo, o aumento da Selic exige mais recursos do Tesouro para equalizar as taxas do programa agropecuário — ou seja, cobrir o custo entre os juros de mercado e a taxa cobrada no Plano Safra.
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Na sexta-feira, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, atribuiu a “uma intolerância” da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) as críticas de congressistas à suspensão da concessão de financiamentos do Plano Safra pelo governo federal.
Fonte: O Globo