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Poliamor ou relacionamento aberto? Entenda as diferenças entre os modelos
Foto: Divulgação

Apesar de semelhantes, formatos têm regras e níveis de envolvimento emocional distintos

Os modelos de relacionamento conhecidos como poliamor e relacionamento aberto vêm ganhando espaço nas discussões sobre formas alternativas de se viver a vida afetiva. Embora ambos rompam com a ideia tradicional de exclusividade, eles apresentam diferenças importantes na forma como são estruturados.

 

No relacionamento aberto, existe um casal principal seja namoro ou casamento que mantém o vínculo afetivo central. A diferença está na liberdade sexual: os parceiros podem se envolver com outras pessoas, desde que respeitem acordos previamente definidos. Esses combinados variam bastante, podendo incluir regras sobre comunicação, limites e até o grau de envolvimento com terceiros.

 

Já no poliamor, a dinâmica é mais ampla. Nesse modelo, uma pessoa pode ter múltiplos relacionamentos amorosos simultaneamente, com envolvimento afetivo, compromisso e, em alguns casos, planos de vida compartilhados. Diferente do relacionamento aberto, não há necessariamente uma relação central.

 

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É comum, por exemplo, que pessoas poliamorosas mantenham mais de um parceiro fixo ao mesmo tempo. Em alguns casos, todos se conhecem e formam estruturas como trisais ou redes de relacionamentos. Em outros, os vínculos acontecem de forma paralela, sem interação entre os envolvidos.

 

NÃO MONOGAMIA E PONTOS EM COMUM

 

Ambos os modelos fazem parte do que se chama de não monogamia consensual, embora nem todas as pessoas em relacionamentos abertos se identifiquem dessa forma. No poliamor, essa identificação costuma ser mais comum, já que envolve múltiplos vínculos afetivos.

 

Apesar das diferenças, há princípios fundamentais compartilhados: comunicação clara, consentimento entre todos os envolvidos e respeito aos acordos estabelecidos. Esses elementos são considerados essenciais para que qualquer uma das formas funcione de maneira saudável.

 

ORIGEM DO TERMO POLIAMOR

Embora práticas não monogâmicas existam há séculos em diversas culturas, o termo “poliamor” é relativamente recente. A palavra surgiu nos anos 1990, a partir de discussões em comunidades que buscavam diferenciar esse modelo da poligamia tradicional.

 

Um dos marcos dessa popularização foi o livro The Ethical Slut, publicado em 1997, que ajudou a difundir a ideia de relações múltiplas baseadas em ética, transparência e consentimento.

 

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Hoje, o debate sobre diferentes formas de se relacionar continua em expansão, refletindo mudanças culturais e novas formas de compreender vínculos afetivos e liberdade individual. 

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