A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) solicitou oficialmente à Justiça a transferência do professor de jiu-jitsu preso em Manaus, suspeito de cometer abusos sexuais contra suas alunas.
O pedido visa o recambiamento do investigado para o estado de São Paulo, jurisdição onde os inquéritos foram instaurados e onde reside a maior parte das vítimas que denunciaram o instrutor.
O homem foi detido preventivamente na capital amazonense após uma operação integrada que localizou seu paradeiro. Segundo as investigações, ele utilizava a graduação no esporte e a confiança de pais e alunos para se aproximar das vítimas, praticando atos libidinosos durante ou após as aulas. O caso ganhou repercussão nacional após os relatos detalharem o uso da autoridade técnica para silenciar as jovens.
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A transferência é considerada estratégica para o andamento do processo, permitindo que o suspeito participe das audiências e reconhecimentos necessários conduzidos pelas autoridades paulistas.
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Enquanto aguarda a decisão judicial sobre o deslocamento, o professor permanece custodiado em uma unidade prisional de Manaus, à disposição do Poder Judiciário. O caso segue sob sigilo para proteger a identidade das vítimas envolvidas.