A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal, deflagrou nesta quinta-feira, 16, a Operação Creditum, que investiga grupo criminoso que atua na fraude em financiamento de veículos de luxo, sonegação fiscal, falsificação ideológica e lavagem de capitais. Estas operações fraudulentas realizadas pelo grupo, movimentaram ilegalmente a quantia estimada de R$15 milhões.
Foram mobilizados 60 policiais federais e 15 servidores da Receita Federal para o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Manaus/AM, Manacapuru/AM e Rio de Janeiro/RJ. As ordens judiciais também abrangem o sequestro e a indisponibilidade de bens móveis e imóveis dos investigados.
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Sessenta policiais federais e 15 agentes da Receita Federal
participaram da operação
SOBRE A INVESTIGAÇÃO DA PF E RF
A investigação realizada pela Polícia Federal apontou que os alvos da operação obtinham, mediante fraude, diversos financiamentos de veículos de luxo, com descontos angariados por meio de benefício fiscal, com o intuito de revender os veículos financiados para terceiros sem o conhecimento da instituição bancária.
COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA
Os financiamentos eram obtidos por meio de empresas, tanto em nome dos investigados quanto em nome de “laranjas”. Para tanto, os investigados falsificavam documentos e contavam com a participação de funcionários/gerentes/diretores de instituição financeira e de concessionárias de veículos.

Se forem condenados, as penas dos investigados, podem alcançar
até 21 anos de reclusão (Fotos: Divulgação)
O nome da operação, “creditum", vem do latim e significa "coisa confiada". O grupo criminoso repassava veículos de luxo, obtidos mediante fraude, para terceiros compradores sem realizar a transferência de propriedade, ou seja, eram baseadas na confiança.
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PENAS PREVISTAS PARA ESTE CRIME
Os envolvidos poderão ser responsabilizados pelos crimes de obtenção de financiamento mediante fraude, sonegação fiscal, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, entre outros. A soma das penas previstas para os delitos investigados pode alcançar até 21 anos de reclusão.
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