Carga de maconha e haxixe estava escondida em meio a cimento e tinha como destino a capital fluminense; apreensão faz parte de operação para cortar rotas do tráfico e enfraquecer facções criminosas
A Polícia Federal apreendeu 1,6 tonelada de maconha e 2 kg de haxixe escondidos em uma carreta de cimento na BR-277, em Cascavel, Paraná. A carga, destinada ao Rio de Janeiro, faz parte da Operação Redentor, que visa enfraquecer facções criminosas cortando rotas de tráfico. O motorista foi preso em flagrante e a operação contou com a colaboração de várias forças de segurança, alinhada à ADPF 635 do STF.
A Polícia Federal prendeu, na manhã deste domingo (21), um homem que transportava 1.632 quilos de maconha e 2 quilos de haxixe escondidos em uma carreta utilizada para o transporte de cimento na BR-277, em Cascavel, no Paraná. Segundo a corporação, a carga tinha como destino comunidades do município do Rio de Janeiro.
A droga foi descoberta durante uma abordagem na rodovia. De acordo com a PF, o motorista demonstrou nervosismo ao ser parado pelos agentes, o que motivou uma inspeção mais detalhada no veículo. Durante a vistoria, os policiais encontraram os entorpecentes ocultos no compartimento destinado ao transporte de cimento.
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O motorista foi preso em flagrante e encaminhado, juntamente com o veículo e a carga apreendida, para a Delegacia da Polícia Federal em Cascavel. Ele foi autuado pelo crime de tráfico internacional de drogas e permaneceu à disposição da Justiça após os procedimentos de praxe.
A apreensão ocorreu no âmbito da Operação Redentor, em uma ação integrada que contou com a participação da Delegacia da Polícia Federal em Cascavel, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Paraná (FICCO/PR), do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON) e do Pelotão de Operações com Cães (POP) do 14º Batalhão da Polícia Militar de Foz do Iguaçu.
Segundo a Polícia Federal, a operação foi resultado de um trabalho de inteligência desenvolvido pela Delegacia de Repressão a Drogas da PF no Rio de Janeiro (DRE/RJ), em conjunto com as demais forças de segurança do Paraná.
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A corporação informou ainda que a ação está alinhada às diretrizes estabelecidas no âmbito da ADPF 635, do Supremo Tribunal Federal (STF), com foco na desarticulação logística e financeira de organizações criminosas. As operações priorizam o bloqueio de rotas estratégicas utilizadas para o tráfico de drogas e armas, inclusive quando destinadas ao abastecimento de áreas sob influência criminosa.