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Polícia Federal investiga cartel do crime no setor de distribuição de combustíveis
Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, diz que crime organizado utiliza postos de combustíveis como fachada para lavagem de dinheiro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, determinou nessa quarta-feira (5/2) que a Polícia Federal (PF) abra um inquérito para investigar a atuação do crime organizado na distribuição de combustíveis, com foco na formação de cartéis e na infiltração criminosa no setor.

 

O anúncio ocorreu na primeira reunião do Núcleo de Combate ao Crime Organizado, criado em janeiro.

 

O ministro Lewandowski também revelou a criação de um subgrupo permanente para fornecer informações estratégicas e facilitar a troca de dados entre as autoridades competentes.

 

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Lewandowski ressalta que agora existe uma estrutura consolidada para combater esse tipo de crime.

 

“O crime organizado tem utilizado postos de combustíveis como fachada para lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas. Estima-se que mais de mil postos já estejam sob controle dessas organizações, o que afeta diretamente a concorrência, distorce os preços e compromete a segurança econômica do setor”, afirmou Lewandowski.

 

Ainda segundo o ministro, esse tipo de prática tem gerado “grandes prejuízos à economia nacional, não só pela sonegação de bilhões de impostos, mas também pela prática de lavagem de dinheiro, adulteração de produtos e formação de cartéis”.

 

 

O núcleo de combate coordenará estratégias conjuntas entre os órgãos do MJSP, atuando no mapeamento, análise e sistematização de informações sobre grupos criminosos, suas estruturas, atividades econômicas e conexões externas.

 

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Além do grupo anunciado, o ministro informou a criação de um sistema de segurança integrado no Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas). Em parceria com a PF, o projeto envolve os nove estados da Amazônia Legal e busca reforçar o combate ao crime organizado, com planos táticos específicos para cada região.

 

Fonte: Metrópoles

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