Humberto Fuertes Estrada foi localizado no final da tarde desta sexta-feira e e mandado de prisão foi cumprido pela Polícia Federal
Acusado de omissão de socorro e homicídio qualificado, o médico boliviano Humberto Fuertes Estrada, 50, foi preso no início da noite desta sexta-feira, 28, em um Conjunto Habitacional, na Zona Centro-Sul de Manaus.
O boliviano estava com a prisão preventiva decretada e foi preso pela Polícia Federal, depois de ser localizado e monitorado, depois de sacar uma importância em dinheiro em um supermercado popular na Zona Norte da capital amazonense.
O crime do médico boliviano, de acordo com a investigação, foi cometido no último final de semana, no município de Eirunepé, distante 1.384 quilômetros de Manaus.
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O médico estrangeiro é acusado de
omissão de socorro e homicídio qualificado
Humberto Estrada se divertia em um bar, na madrugada do último sábado, 22, e deixou de atender uma mulher em trabalho de parto no hospital daquele município, provocando a morte do bebê, depois que ele deixou de atender várias chamadas da equipe que atendia a parturiente.
A polícia descobriu que o médico, que estava de sobreaviso naquela madrugada, deixou de atender a chamada, porque estava em um bar, como mostram imagens da câmera de segurança do estabelecimento, como mostra o vídeo.
Câmera de segurança filmou o médico boliviano
saindo do bar de madrugada quando estava de sobreaviso
no Hospital de Eirunepé (Fotos: Divulgação)
O médico só apareceu no Hospital de Eirunepé, no dia seguinte, domingo, 23, por volta das 9h, quando a paciente já havia perdido o filho e desde então, ele fugiu do município, depois de saber que a Justiça havia decretado sua prisão preventiva.
Após ser localizado na Zona Norte, os policiais federais, acompanharam Humberto Estrada até sua casa na Avenida Torquato Tapajós, deram voz de prisão e ele foi conduzido á sede da Superintendência Regional da Polícia Federal na Zona Centro-Oeste de Manaus.
Agora que está preso e vai ficar à disposição da Justiça o médico boliviano, vai responder por crime de omissão de socorro e homicídio qualificado, acusado de deixar de realizar a cirurgia de obstetrícia que resultou na morte do bebê e colocou em risco a vida da mãe em Eirunepé.
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