Agente da Polícia Federal em operação
Menos de dois meses depois da matança de 122 pessoas nos complexos do Alemão e da Penha, o noticiário foi deslocado das favelas cariocas para os ambientes acarpetados do Legislativo e do Judiciário. A investigação roça o Executivo fluminense.
Trocando o inquérito em miúdos, o desembargador Macário Judice Neto, preso nesta terça-feira, caiu junto com o deputado Rodrigo Bacellar, afastado dias atrás da presidência da Assembleia Legislativa do Rio.
Alertado pelo magistrado, o deputado vazou dados sigilosos de batida policial contra o colega TH Joias, outro braço do Comando Vermelho no Legislativo fluminense.
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Guiando-se pela teoria do dominó, a PF considera plausível a hipótese de esbarrar em peças do governo estadual. Bacellar e TH Joias são aliados do governador Cláudio Castro.
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Depois do banho de sangue do Alemão e da Penha, Castro deu um conselho aos críticos: "Quem quiser somar com o Rio no combate à criminalidade é bem-vindo. Os que quiserem fazer confusão, o nosso recado é: Ou soma ou suma." Com o avanço da PF, o governador parece ter seguido o próprio conselho. Tomou chá de sumiço.
Fonte: Uol