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Polícia Federal suspeita de doação feita por Deolane a ONG de Neymar após receber dinheiro de MC Ryan
Foto: Divulgação

Investigação indica possível uso de doações e transferências para ocultar origem de recursos.

A Polícia Federal (PF) investiga uma série de movimentações financeiras envolvendo o funkeiro MC Ryan SP, a influenciadora Deolane Bezerra e o Instituto Projeto Neymar Jr. Segundo os investigadores, há indícios de que Deolane teria atuado como uma “conta de passagem” para valores recebidos, repassando parte do dinheiro à organização ligada ao jogador como forma de melhorar a imagem pública.

 

As suspeitas surgiram no âmbito da Operação Narco Fluxo, que apura um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. De acordo com a PF, em um intervalo de 47 dias entre maio e junho de 2025 Deolane movimentou cerca de R$ 5,3 milhões. Desse total, ela recebeu R$ 430 mil de uma produtora ligada a MC Ryan e transferiu R$ 1,16 milhão ao instituto e outros R$ 1,1 milhão a uma empresa de blindagem de veículos.

 

Embora o Instituto Neymar Jr. não seja alvo da investigação, os agentes consideram que a transferência pode indicar uma estratégia de “limpeza de imagem”, prática em que recursos de origem suspeita são direcionados a ações sociais ou bens de alto valor para aparentar legalidade.

 

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A PF também destaca que o fluxo financeiro nas contas da influenciadora chama atenção pela rapidez: grandes quantias entram e são transferidas quase imediatamente, o que pode dificultar o rastreamento dos valores.

 

MC Ryan foi preso durante a operação, apontado como líder de um esquema envolvendo lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas. Ao todo, a ação mobilizou mais de 200 policiais federais, com cumprimento de dezenas de mandados de prisão e busca em diversos estados.

 

Além dele, outros nomes conhecidos também foram alvos da operação. A Justiça determinou ainda o bloqueio de até R$ 2,2 bilhões em bens de investigados, valor estimado com base nos lucros obtidos com atividades ilegais, incluindo tráfico internacional de drogas.

 

As defesas dos envolvidos afirmaram que ainda não tiveram acesso completo aos autos, mas negam irregularidades. A equipe jurídica de MC Ryan declarou que todas as transações são legais e devidamente comprovadas. Já representantes de outros investigados sustentam que suas atividades são lícitas e relacionadas à prestação de serviços.

 

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As investigações seguem em andamento, e os envolvidos poderão responder por crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas. 

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