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Polícia investiga se delegada adquiriu padaria para ocultar dinheiro do PCC
Foto: Reprodução

Layla Lima Ayub e seu namorado, Jardel Neto Pereira da Cruz, o Dedel, foram presos nessa sexta (16/1). Ela é acusada de atuar para o PCC

Uma das suspeitas da Corregedoria da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo é a de que a delegada Layla Lima Ayub e seu namorado Jardel Neto Pereira da Cruz, o Dedel, tenham comprado uma padaria na zona leste da capital para lavar dinheiro do crime organizado. O casal foi preso na última sexta-feira (16/1), na Operação Serpens, acusados de relação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

 

De acordo com uma autoridade que participou da investigação do caso, a padaria adquirida pelo casal está localizada no Jardim Itapemirim. O contrato de compra, apreendido pela polícia, estabelecia o pagamento de R$ 40 mil.

 

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As autoridades que participaram da investigação dizem que Dedel (galeria de fotos abaixo) seria membro da facção na região Norte do país e um dos responsáveis pelo processo de expansão no Pará.Layla tomou posse como delegada no último dia 19 de dezembro. Antes disso, atuava como advogada criminalista e defendia acusados de integrarem organizações criminosas. A polícia investiga se a relação dela com os clientes ia além da advocacia.

 

Polícia apura se delegada comprou padaria para lavar dinheiro do PCC - destaque galeria

Foto: Reprodução

 

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Em 28 de dezembro, já como delegada, Layla representou como advogada quatro supostos integrantes do Comando Vermelho (CV) em uma audiência de custódia.

 

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