Geovani está sendo procurado pela polícia depois agressão covarde e provocar fraturas no menino que é filho de sua atual companheira
Policiais civis da 77ª DIP de Novo Airão, Região Metropolitana de Manaus, prenderam em flagrante uma mulher, de 21 anos, pelo crime de tortura qualificada. A vítima é seu filho, de seis anos, que foi arremessado pela janela da residência pelo padrasto, de 25 anos, conhecido como “Geovani”, atualmente foragido.
De acordo com o delegado Rodrigo Monfroni, o crime foi praticado no dia 3 de fevereiro deste ano, na comunidade Fazendinha, na zona rural do município. As investigações tiveram início após o pai da criança tomar conhecimento de um vídeo gravado pelo avô do menino e denunciar o caso à polícia.
O avô estava no local e conseguiu registrar em vídeo o momento em que a criança aparece chorando, logo após ter sido atirada para fora da casa pela janela, durante um acesso de raiva do companheiro da mãe, que estava na residência no momento do fato.
Veja também


No dia da agressão, a mãe do menino (que está presa), assistiu
todo o sofrimento do filho, mas não o levou ao hospital
O menino ficou com fraturas no braço esquerdo e clavícula, porém a mãe optou por levá-lo a um rezador (pessoa que realiza benzimentos e tratamentos tradicionais em comunidades do interior) em vez de conduzi-la ao hospital de novo Airão. Após isso, ambos retornaram para a residência onde moravam com o agressor.
Durante as diligências, a equipe policial encontrou a criança em estado preocupante. Exames médicos confirmaram fratura no braço esquerdo, clavícula, dores intensas e ausência de qualquer tipo de imobilização. Em depoimento, o menino relatou que os episódios de agressão eram frequentes.
Segundo o delegado Monfroni, diante da gravidade das lesões e do contexto de sofrimento contínuo e medo, o caso passou a ser tratado como crime de tortura-castigo qualificada por lesão corporal grave.
.jpg)
Delegado Monfroni levou o menino, bastante machucfado e com
fraturas, para o Hospital de Novo Airão (Fotos: Divulgação)
Como a mãe permitiu que o sofrimento do filho persistisse e deixou de buscar atendimento médico adequado, ela é considerada responsável por uma omissão grave, que prevê punições mais severas na legislação.
O padrasto da criança, Geovani”, de temperamento bastante violento, contra o enteado de 6 anos de idade, continua sendo procurado pela polícia. A mãe, continua presa, permanecerá à disposição do Poder Judiciário e responderá pelo crime de tortura qualificada.
VEJA REPORTAGEM DO "PORTAL DO ZACARIAS':
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
VEJA VÍDEOS: