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Polícia prende suspeita de matar mulher em cirurgia clandestina
Foto: Reprodução/Polícia Civil

Mulher atuava como bombadeira e realizava cirurgias plásticas clandestinas. Ela é suspeita de matar uma pessoa em 2024 e outra em 2019

Uma mulher de 56 anos, suspeita de fazer cirurgias plásticas clandestinas, foi presa no fim da tarde dessa quinta (20/3) pela Polícia Civil de São Paulo, em uma ação conjunta com a Polícia Civil do Paraná. Ela é acusada de matar Cristiane Andréa da Silva, em 24 de outubro do ano passado, na cidade de Ponta Grossa (PR).

 

De acordo com o delegado Luis Gustavo Timossi, da polícia paranaense, a suspeita se apresentava como bombadeira – termo utilizado para designar pessoas que, mesmo sem qualquer formação médica, fazem introdução de silicone industrial no corpo de suas vítimas, visando algum benefício estético. Eka fazia dessa prática como o seu meio de vida.

 

A mulher também é suspeita de causar a morte de outra pessoa, em 2019, na cidade de Marília, no interior paulista.

 

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Um vídeo da Polícia Civil mostra o momento da prisão e imagens do espaço que a suspeita utilizava para fazer as cirurgias.

 

A polícia passou a investigá-la após um chamado de um hospital de Ponta Grossa. A unidade denunciou que a vítima morreu em decorrência de complicações de uma cirurgia plástica ilegal.

 

As investigações revelaram que a vítima pagou aproximadamente R$ 1.500 para este procedimento.

 

“Trata-se de um procedimento de altíssimo risco, que infelizmente, neste caso, acabou levando à morte da Cristiane”, disse Luis Gustavo.

 

Conforme o delegado, a suspeita teria fugido da residência em que realizava as cirurgias após a chegada do esposo da vítima. Ela não teria deixado nenhuma informação sobre seu paradeiro ou sua identidade, o que só foi descoberto no curso das investigações.

 

Após identificar a identidade da mulher, a autoridade policial representou pela sua prisão preventiva, que foi decretada pela Justiça e cumprida pela Polícia Civil de São Paulo nessa quinta.

 

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Ela foi encaminhada para o sistema prisional, onde deve aguardar julgamento pela prática dos crimes de homicídio e exercício ilegal da medicina.

 

Fonte: Metrópoles

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