Uma denúncia anônima ajudou a polícia na elucidação do caso e na prisão da mulher que cometeu o ato de monstruosidade contra a própria filha
Chegou ao fim nesta quarta-feira a investigação que tinha como objetivo identificar e prender a mulher que abandonou uma bebê recém-nascida na lixeira pública do município de Manacapuru.
A delegada Joyce Coelho, titular da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) que investiga o caso, confirmou que a suspeita foi localizada e confessou o crime que abalou toda a população do município.
A criança ainda estava viva quando foi encontrada na lixeira. Ela foi resgatada por policiais militares e levada para o hospital, mas não resistiu e veio a óbito na sala de reanimação após uma parada cardiorrespiratória.
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Ainda não há detalhes sobre o depoimento da
mulher suspeita de abandonar a filha
recém-nascida na lixeira
Uma das primeiras informações divulgadas pela delegada Joyce Coelho confirmou que a equipe de investigação recebeu uma denúncia anônima, que foi crucial para a identificação, localização e prisão da mulher.
No momento em que foi encontrada dentro de uma sacola, na lixeira situada mais precisamente no quilômetro 2 da rodovia AM-352, que liga Manacapuru ao município de Novo Airão, a bebê ainda estava com o corpo preso à placenta e ao cordão umbilical.

A criança foi encontrada na lixeira pública com vida,
mas não resistiu e veio a óbito no Hospital
de Manacapuru
O local exato onde a mulher foi presa em Macacapuru ainda não foi revelado, o que deverá ser feito ainda na tarde desta quqarta-feira, após ser concluído o depoimento da mãe, que foi foi capaz de abandonar a própria filha na lixeira, logo após o parto.
A mulher ainda não teve o nome divulgado, não se sabe ainda os motivos que ela alegou para cometer o ato considerado "monstruoso", há apenas um dia após o Dia das Mães, comemorado no último domingo, 10 de maio.
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Bebê morreu após ser abandonada na lixeira na
tarde da última segunda-feira
(Fotos: Divulgação)
A mulher vai responder por crime de abandono de incapaz e homicídio qualificado, em razão do agravante pela morte da bebê recém-nascida no Hospital Regional de Manacapuru, Região Metropolitana de Manaus.
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