Um investigador da Polícia Civil conhecido como “Gibão” é acusado de agredir dois adolescentes durante uma confusão registrada em uma praça pública de Moju, no nordeste do Pará, no dia 22 de outubro. O caso ganhou repercussão nas redes sociais após a circulação de vídeos que mostram o confronto físico entre o policial e um dos jovens em uma estrutura de brinquedo infantil.
As imagens mostram os envolvidos em luta corporal, enquanto outras pessoas acompanham a situação e crianças gritam ao redor. Outra imagem que circula nas redes sociais mostra um dos adolescentes com um ferimento e sangue na cabeça. As circunstâncias em que a lesão ocorreu ainda precisam ser esclarecidas.
Segundo relatos divulgados sobre o episódio, a discussão teria começado por causa de manifestações políticas dos adolescentes e da camisa que o investigador vestia, com referência ao senador Flávio Bolsonaro. A situação provocou denúncias de homofobia e violência política, além de questionamentos sobre a conduta do agente em um espaço público frequentado por crianças e famílias.
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Após a repercussão, “Gibão” divulgou um vídeo para apresentar sua versão. Ele afirmou que estava na praça para levar as duas filhas, de um ano e meio e oito anos, para brincar, quando teria sido provocado pelos adolescentes por causa de sua camisa. Segundo o investigador, o desentendimento aumentou durante a discussão.
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No vídeo, o policial admite que subiu na estrutura do brinquedo e deu um soco em um dos adolescentes. Ele também afirma ter recebido socos durante o confronto. O caso gerou manifestações nas redes sociais e uma nota de repúdio do diretório local do Partido dos Trabalhadores (PT). As circunstâncias da ocorrência e as responsabilidades dos envolvidos ainda precisam ser apuradas.
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