A policial Brandi Tenlen, de 21 anos, admitiu que criava conteúdos adultos e faturou cerca de R$ 32 mil em 16 meses
Uma policial do estado da Flórida, nos Estados Unidos, decidiu renunciar ao cargo após uma investigação interna revelar que ela produzia e vendia conteúdo adulto na internet. O caso ganhou repercussão após a descoberta de que o material incluía fetiches envolvendo pés e o uso do uniforme oficial.
Identificada como Brandi Tenlen, de 21 anos, a agente mantinha uma conta em plataforma de conteúdo adulto, onde chegou a faturar cerca de US$ 6 mil (aproximadamente R$ 32 mil) ao longo de 16 meses.
Segundo as apurações, a policial gravava vídeos explícitos, em alguns casos utilizando peças do uniforme e acessórios da corporação, o que levantou questionamentos sobre conduta profissional.
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As investigações também apontaram que ela não solicitou autorização para exercer atividades remuneradas fora do expediente, o que viola regras internas da instituição.
Em depoimento, a policial admitiu ter criado e comercializado o conteúdo. Após tomar conhecimento da investigação, ela optou por excluir a conta e deixar o cargo.
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O caso reacende o debate sobre limites entre vida pessoal e função pública, especialmente quando há envolvimento de imagem institucional e possível quebra de normas disciplinares.