Na manhã da última quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, a soldado da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada sem vida no apartamento onde morava, no bairro do Brás (centro de São Paulo).
O corpo foi localizado pelo marido da vítima, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, que teria chamado o socorro ao encontrá-la caída no chão com um ferimento na cabeça. Gisele ainda chegou a ser atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levada ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos.
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INVESTIGAÇÃO E CIRCUNSTÂNCIAS
Inicialmente, o caso foi registrado no 8º Distrito Policial (Brás) como suicídio consumado. No entanto, diante de dúvidas levantadas pela investigação, a Polícia Civil de São Paulo reclassificou a ocorrência como morte suspeita, para apurar melhor as circunstâncias do disparo.
A arma de fogo encontrada no local, que teria sido usada no disparo, pertencia ao marido da policial. A Polícia Civil segue com diligências em andamento, aguardando laudos e depoimentos que possam esclarecer se houve suicídio, homicídio ou outra possibilidade.
CONTEXTO FAMILIAR
Gisele deixa uma filha de 7 anos de um relacionamento anterior. A mãe da vítima relatou à polícia que o relacionamento entre Gisele e o tenente-coronel era conturbado, com episódios de ciúmes e comportamento controlador, incluindo restrições simples como o uso de batom e perfume por parte da soldado.
A família questiona a versão de suicídio, afirmando que a policial jamais tiraria sua vida, especialmente por causa da filha que tanto amava.
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As autoridades aguardam agora os resultados das perícias e laudos para definir oficialmente o que aconteceu.