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Policial militar que baleou e matou campeão de jiu-jítsu Leandro Lo é absolvido e solto em São Paulo
Foto: Policial militar Henrique Otavio Oliveira Velozo é acusado de matar o lutador de jiu-jítsu Leandro Lo Foto: Reprodução/Redes sociais

Após três dias de julgamento, jurados aceitaram a tese de legítima defesa apresentada pela defesa, e Henrique Velozo deixou o presídio

O policial militar Henrique Velozo foi solto após ser absolvido nesta sexta-feira, 14, em São Paulo pela morte do campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo, morto com um tiro na cabeça durante um show no Clube Sírio, em agosto de 2022.

 

Após três dias de julgamento, os jurados aceitaram a tese de legítima defesa apresentada pela defesa, e o PM deixou o presídio Romão Gomes na madrugada de sábado.

 

A família de Leandro e o Ministério Público anunciaram que irão recorrer. A mãe do lutador, Fátima Lo, disse em suas redes sociais que "não houve justiça". A acusação esperava uma condenação de ao menos 20 anos, considerando as três qualificadoras atribuídas ao caso, informou a TV Globo.

 

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Henrique Velozo havia sido denunciado em 2022 por homicídio triplamente qualificado, com base em motivo torpe, meio cruel e emboscada. Em 2023, durante a primeira audiência de instrução, ele apresentou sua versão, alegando ter agido de forma defensiva. Ao todo, nove testemunhas foram ouvidas no júri, além do próprio réu.

 

O julgamento enfrentou adiamentos e tensões: inicialmente marcado para 2025, foi postergado por alegações de cerceamento de defesa e depois suspenso devido a um bate-boca entre acusação e defesa no plenário. Só em novembro o caso foi finalmente levado ao Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da Barra Funda,

 

Durante o julgamento, os jurados ouviram testemunhas de acusação e defesa e acompanharam os debates entre Ministério Público, assistentes de acusação e advogados do PM. Dos sete jurados, ao menos quatro votaram pela absolvição, número suficiente para livrar Velozo da condenação. A sentença foi proferida pela juíza Fernanda Jacomini, da 1ª Vara do Júri.

 

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Paralelamente ao processo criminal, a Justiça comum anulou, em outubro, a decisão administrativa que havia demitido o policial após o crime. Como resultado, Velozo foi reintegrado à Polícia Militar e voltou a receber salário superior a R$ 14 mil mensais.

 

Fonte: Terra

 

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