Médica especialista explica o que leva às mudanças na pele e por que os pais não devem minimizar o problema
Na adolescência, a pele, antes lisinha, começa a mudar. A oleosidade aumenta e logo começam a surgir os cravos e espinhas.
De acordo com a hebiatra Isabella Ayres, pediatra e médica do adolescente de Palmas (TO), essa transformação está relacionada às alterações hormonais, típicas da puberdade. “Nessa fase, há um aumento da produção dos hormônios androgênicos, que estimulam as glândulas sebáceas da pele a produzirem mais sebo”, explica.
Por isso, a pele fica mais oleosa. Quando esse “sebo” se mistura às células mortas da pele, os poros podem ser obstruídos. Em alguns casos, essas obstruções são colonizadas por bactérias, o que leva a uma inflamação.
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Então, surgem as espinhas, a famosa acne. “Em alguns adolescentes, a acne pode melhorar com o tempo, mas não é adequado pensar que sempre ‘se resolve sozinha’”, alerta a especialista. “Em muitos casos, o problema persiste por anos, podendo deixar cicatrizes, além de interferir principalmente na autoestima do adolescente”, afirma.
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Ela ressalta que, atualmente, existem diversas opções de tratamentos eficazes e seguros, adaptados à gravidade de cada caso — desde orientações de higiene e uso de sabonetes adequados, até medicamentos tópicos ou orais. “Por isso, é importante que os pais não minimizem o problema e procurem acompanhamento médico”, orienta. “Quanto mais cedo a acne for tratada, menores os riscos de cicatrizes e maiores os benefícios para o bem-estar do adolescente”, completa.
Fonte: Crescer