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Por que policial está sendo investigado após foto com Oruam
Foto: Reprodução/Internet

Policial militar filmado pedindo para fazer “selfie” com Oruam é alvo de processo administrativo aberto pela cúpula da PM do Rio de Janeiro

Depois de pedir para tirar uma foto com o rapper Oruam, filho do líder do Comando Vermelho Marcinho VP, um policial militar do Rio de Janeiro virou alvo de um processo administrativo aberto pela corregedoria da corporação. A tietagem foi gravada em vídeo e chegou à cúpula da PMRJ, tornando-se motivo de críticas entre oficiais.

 

No vídeo, o militar aparece fardado, com o celular na mão, pedindo uma “selfie” ao lado do cantor. Os argumentos que levaram à abertura da investigação contra o policial foram revelados pelo comandante-geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Marcelo Menezes de Nogueira. De acordo com ele, o fato de o policial estar fardado e em serviço foi determinante para a abertura do processo administrativo.

 

A postura de Oruam e as bandeiras defendidas pelo artista em seu trabalho também serviram como justificativa. “Determinei a abertura de inquérito policial militar, de cunho interno, a ser realizado pela corregedoria. Não farei julgamento preliminar, mas entendo que não é recomendável associar um órgão policial a um rapper que exalta o fato de ser filho de traficante”, avaliou o comandante-geral.

 

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“À medida que o policial está fardado, a serviço da segurança do estado, efetivamente minha visão é que não é desejável essa conduta. Repúdio à posição do policial. Ela não representa a posição da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Sem prejulgar, vamos promover a oitiva do policial para entender a dinâmica e a circunstância do ato. Vamos apurar respeitando o direito ao contraditório e à ampla defesa”, disse o coronel.

 

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Antes de chegar à cúpula da PM fluminense, o vídeo circulou em grupos de WhatsApp de militares, onde foi alvo de manifestações de repúdio. Filho de um dos maiores traficantes do Rio de Janeiro, Oruam defende a liberdade do pai, preso desde 1996, e faz, segundo a PM, apologia ao tráfico de armas e drogas nas letras de suas músicas.

 

Fonte: Metrópoles

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