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Política no Amazonas
Prefeita e vice de Manacapuru são obrigados pela justiça a pagar ''pino'' que deram em empresário. VEJA
Foto: Reprodução

A história começa com a contratação dos serviços de locação desses equipamentos, realizados por um prestador de serviços.

Em apenas três meses à frente da Prefeitura de Manacapuru, a gestão de Valcileia Flores Maciel já se destaca por uma série de polêmicas. Após ser acusada de nepotismo em diversas nomeações, agora a prefeita e seu vice, Franz Geiler Melendez Chumbe, enfrentam uma nova acusação: uma dívida de R$ 14.300,00 referente à locação de rádios comunicadores usados durante sua campanha eleitoral em 2024.

 

A história começa com a contratação dos serviços de locação desses equipamentos, realizados por um prestador de serviços. Segundo a decisão judicial, Valcileia e Franz, na época candidatos a prefeito e vice, firmaram um contrato para locação dos rádios com uma empresa, através de Angélica Maciel Araújo, responsável pela parte financeira da campanha. Acontece que, após a eleição, quando Valcileia já havia sido eleita, o pagamento pela locação dos equipamentos ficou pendente.

 

O mais curioso é que, durante a campanha, os rádios foram efetivamente usados por correligionários de Valcileia, mas, ao que parece, o compromisso de pagar a conta não foi cumprido após o pleito. A prefeita, que já havia usufruído dos serviços para garantir a comunicação durante a campanha, agora se vê às voltas com uma condenação judicial que a obriga a pagar a quantia de R$ 14.300,00, acrescida de juros e correção monetária.

 

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O juiz responsável pelo caso foi claro: a dívida deve ser paga pelos responsáveis, ou seja, a prefeita e seu vice. A sentença ainda destaca que, embora o contrato tenha sido assinado por um preposto da campanha, não há como a prefeita e sua equipe negarem a responsabilidade. A legislação eleitoral é bem explícita sobre o fato de que os custos das campanhas são de responsabilidade solidária dos candidatos e dos partidos. Parece, no entanto, que a campanha de Valcileia foi marcada por uma prática recorrente em diversas administrações: enquanto se desfruta dos serviços durante a eleição, depois de eleita, a “responsabilidade” desaparece.

 

A prefeita, ao que parece, não se importou muito em honrar o compromisso assumido durante sua corrida eleitoral. Afinal, quem pode se dar ao luxo de não pagar por algo que usou para chegar ao poder? Agora, cabe à prefeita de Manacapuru, que deveria ser um exemplo de respeito à legislação e à ética, honrar seus compromissos, pagar o que deve e aprender a lição de que a política não deve ser tratada como um jogo de interesses pessoais.

 

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Afinal, o povo não pode continuar sendo refém de atitudes tão irresponsáveis. Será que Valcileia, que parece perdida em meio a uma gestão marcada por erros consecutivos e pelo não cumprimento de sua própria palavra, está realmente apta a ser a líder de um município tão promissor quanto Manacapuru? As polêmicas e as dívidas que já começam a se acumular em sua administração deixam uma grande interrogação sobre sua capacidade de conduzir a cidade para um futuro mais sólido e justo para todos.

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