A decisão do prefeito Augusto Ferraz de não aderir à proposta de implantação de um aterro sanitário moderno em Iranduba reacendeu o debate sobre a gestão de resíduos no município. O projeto, apresentado por uma empresa especializada em tratamento ambiental, previa a substituição do atual sistema de disposição do lixo por uma estrutura mais adequada às normas ambientais e com menor impacto para a população.
Com a recusa da proposta, Iranduba continuará utilizando o modelo já existente, que é alvo de críticas frequentes de moradores das áreas próximas ao local de descarte. Eles relatam problemas como mau cheiro, presença de urubus e o aumento de insetos, além de preocupação com possíveis impactos à saúde e ao meio ambiente.
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Segundo representantes da empresa responsável pelo projeto, o aterro moderno poderia reduzir significativamente a liberação de odores, otimizar o manejo de resíduos e adequar o município às exigências ambientais vigentes. Já a Prefeitura não divulgou detalhes sobre os motivos que levaram à rejeição da proposta, limitando-se a afirmar que a decisão segue critérios técnicos e financeiros.
Ambientalistas e lideranças comunitárias defendem que o município precisa avançar na modernização de sua infraestrutura de resíduos sólidos para evitar que o problema se agrave. Eles reforçam que, sem mudanças estruturais, os moradores continuarão convivendo com os impactos gerados pelo sistema atual.
A expectativa é que a Câmara Municipal e órgãos ambientais acompanhem o caso e discutam alternativas para melhorar o tratamento e a destinação final do lixo em Iranduba nos próximos meses.
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