Lula definiu em março manter Alckmin na chapa; Flávio busca mulher, Zema tenta acordo com o Podemos; Caiado e Renan Santos seguem sem nome
A menos de um mês das convenções partidárias, os principais pré-candidatos à Presidência da República aceleraram as articulações para definir seus candidatos a vice. Nos bastidores, as negociações envolvem estratégia eleitoral, redução de rejeição e ampliação do tempo de propaganda na televisão.
A escolha do vice tem sido tratada como peça-chave para fortalecer chapas e atrair segmentos do eleitorado ainda resistentes. Além do peso político, partidos também avaliam nomes que possam ampliar alianças regionais e melhorar a presença nos estados.
Entre os critérios considerados pelas campanhas estão capacidade de diálogo com o Congresso, influência em grandes colégios eleitorais e potencial para reduzir desgastes junto a setores específicos da população.
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Outro fator decisivo nas conversas é o tempo de TV, que continua sendo visto como ativo importante durante o período eleitoral, especialmente para campanhas que buscam maior alcance nacional.
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Com o prazo das convenções se aproximando, lideranças partidárias trabalham para fechar acordos e evitar rupturas internas. A expectativa é de que as definições sobre os vices ganhem força nas próximas semanas, redesenhando o cenário da disputa presidencial.