Presidente do futebol italiano renuncia após nova eliminação da seleção da Copa
O presidente da Federação Italiana de Futebol, Gabriele Gravina, deixou o cargo após a seleção da Seleção Italiana de Futebol não conseguir se classificar para a Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva. A decisão foi anunciada poucos dias depois da derrota nos pênaltis para a Seleção da Bósnia e Herzegovina na repescagem europeia.
Gravina estava à frente da federação desde 2018 e vinha sofrendo forte pressão de autoridades políticas e da opinião pública para deixar o cargo após mais um fracasso da equipe nacional. A eliminação agravou a crise no futebol italiano, que não disputa um Mundial desde 2014.
Em comunicado, o dirigente afirmou que a decisão foi tomada de forma consciente, mesmo diante de manifestações de apoio dentro da própria federação. Ele também se colocou à disposição para prestar esclarecimentos ao Parlamento italiano sobre a situação do futebol no país.
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Com a saída, a Federação Italiana convocará uma assembleia extraordinária marcada para junho, quando será escolhido o novo presidente da entidade. A expectativa é de que mudanças mais amplas ocorram na estrutura do futebol italiano, diante dos resultados negativos recentes.
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A sequência de eliminações — incluindo as Copas de 2018, 2022 e agora 2026 — marca um dos períodos mais difíceis da história da seleção tetracampeã mundial, aumentando a pressão por uma reformulação profunda no esporte no país.