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Primeira-ministra do Japão diz que terremoto deixou vários feridos
Foto: Tomohiro Ohsumi/Getty Images

Tremor de magnitude 7,1 atingiu a ilha de Kyushu, deixou pelo menos 50 pessoas hospitalizadas e provocou alerta de tsunami

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, confirmou nesta terça-feira (28) que o forte terremoto que atingiu o país deixou vários feridos, provocou desabamentos de prédios e incêndios em diferentes regiões.

 

Em publicação nas redes sociais, a premiê pediu que a população das áreas afetadas permaneça em alerta para a possibilidade de novos tremores de intensidade semelhante.

 

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"Peço encarecidamente aos residentes das regiões afetadas por tremores fortes que continuem atentos à possibilidade de terremotos de intensidade semelhante", afirmou.

 

Segundo Takaichi, logo após o terremoto o governo instalou um gabinete de gerenciamento de crises na Residência Oficial do Primeiro-Ministro para coordenar as ações de resposta e atendimento à população.

 

O terremoto de magnitude 7,1 atingiu a província de Kumamoto, levando a Agência Meteorológica do Japão a emitir um alerta de tsunami para ondas de até um metro de altura. Em seguida, um segundo tremor, de magnitude 6,1, foi registrado na ilha de Kyushu, também na região de Kumamoto.

 

As autoridades seguem monitorando a situação e avaliando os danos causados pelos terremotos. A região já havia sido atingida por fortes abalos sísmicos em 2016, quando centenas de pessoas morreram e milhares ficaram feridas.

 

A primeira-ministra Sanae Takaichi confirmou que há diversos feridos e relatou danos em várias regiões.

 

"Quedas de energia e incêndios estão acontecendo em algumas áreas. Estradas e pontes foram danificadas e edifícios desabaram", afirmou.

 

A Agência Meteorológica do Japão chegou a emitir um alerta de tsunami para ondas de até um metro de altura, mas o aviso foi cancelado pouco tempo depois.

 

Segundo a operadora Kyushu Electric Power, mais de 45 mil imóveis ficaram sem energia elétrica na região de Kumamoto. Já a Autoridade Japonesa de Regulação Nuclear informou que não foram registradas anormalidades nas usinas nucleares.

 

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O Japão está entre os países mais suscetíveis a terremotos por estar localizado no Círculo de Fogo do Pacífico, região de intensa atividade sísmica onde ocorre o encontro de grandes placas tectônicas. 

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