Em declaração à imprensa, príncipe classificou o caso como desafiador e difícil
O príncipe herdeiro Haakon da Noruega se pronunciou pela primeira vez após seu enteado, Marius Borg Høiby, de 27 anos, ser formalmente acusado de 32 crimes, incluindo estupro e violência doméstica. Høiby, filho da princesa herdeira Mette-Marit de uma relação anterior, foi preso pela primeira vez em agosto de 2024 e voltou a ser indiciado na segunda-feira (18).
De acordo com a promotoria norueguesa, entre as acusações estão um estupro com relação sexual, três estupros sem relação sexual e agressões físicas e psicológicas contra quatro mulheres. Também há suspeita de que ele tenha filmado alguns dos episódios. A pena máxima prevista é de 10 anos de prisão, segundo o promotor Sturla Henriksbo
De acordo com a promotoria norueguesa, entre as acusações estão um estupro com relação sexual, três estupros sem relação sexual e agressões físicas e psicológicas contra quatro mulheres. Também há suspeita de que ele tenha filmado alguns dos episódios. A pena máxima prevista é de 10 anos de prisão, segundo o promotor Sturla Henriksbo.
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Em declaração à imprensa, o príncipe Haakon afirmou que a família seguirá desempenhando suas funções oficiais. “Continuaremos a cumprir nossos deveres da melhor maneira possível, como sempre fazemos. Todos os envolvidos neste caso provavelmente o consideram desafiador e difícil”, disse à agência Reuters.
A defesa de Høiby confirmou que ele admitirá culpa em alguns crimes menores, mas rejeita as acusações mais graves. “Ele não concorda com as alegações sobre estupro e violência doméstica”, afirmou o advogado Aleksandar Sekulic. Høiby nunca teve título real nem posição na linha de sucessão ao trono norueguês. Em 2017, a Casa Real anunciou que ele não teria papel público. Sua última aparição oficial em família ocorreu em junho de 2022, durante a celebração dos 18 anos da princesa Ingrid Alexandra, segunda na linha de sucessão.
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A mãe de Høiby, a princesa herdeira Mette-Marit, também falou sobre o caso em dezembro de 2024, no programa “O Ano da Família Real” da NRK. Ela afirmou que o filho tem direito à privacidade e revelou que a família buscou acompanhamento profissional. “Foi um ano e um outono exigentes para nós. Não acho que teríamos conseguido estar em uma situação como essa sem essa ajuda, juntos como uma família, e ao mesmo tempo cumprir nossas obrigações com o povo norueguês”, disse. O julgamento de Marius Borg Høiby está previsto para começar em janeiro de 2026.
Fonte: Uol