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Prints mostram ameaças de policial a alvo de agiotas: 'Vou te quebrar'
Foto: Reprodução

Agente público teve condenação de mais de 19 anos de prisão revertida por decisão da 8ª Câmara Criminal do TJSP

O policial civil acusado de participar de um esquema de agiotagem no interior de São Paulo, que teve a condenação revertida por decisão da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do estado, fazia ameaças de morte às vítimas do esquema, por meio de mensagens de WhatsApp.

 

Os prints dos diálogos foram apresentados pelos promotores do Gaeco de Franca na denúncia e citados na decisão de primeira instância que condenou o grupo. “Devolve tudo o dinheiro. Se não eu vou te quebrar no meio, seu filha da puta. Te avisei pra não atrasar essa desgraça”, afirma o agente público a outro alvo.

 

De acordo com as investigações, o grupo atuou, pelo menos, desde 2020 na região, cobrando taxas abusivas por empréstimos e exigindo o pagamento por meio da violência. Evanderson Lopes Guimarães, apontado como líder, contava, segundo os promotores, com uma rede de empresas e comparsas para atrair “clientes” e exigir o pagamento pelos empréstimos.

 

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O policial que supostamente atuava para o grupo também foi citado em interceptações telefônicas entre investigados, como o próprio Evanderson. No diálogo, eles afirmam que o policial pretendia “pôr um dinheiro”.

 

Prints mostram ameaças de policial a alvo de agiotas: “Vou te quebrar” - destaque galeria

 

Print mostra ameaça feita por policial a vítima

Fotos: Reprodução

 

“O [nome] quer falar um negócio lá, quer pôr um dinheiro comigo, o cara falou assim, que é melhor eles se unirem, se estruturarem”, afirma Evanderson a um investigado, em conversa interceptada. “Mas cê já tá ligado a tocada do cara, já te deu três paulada na sua coluna”, responde o interlocutor, em provável referência ao policial.

 

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Ao defender a anulação das condenações, o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan se limitou a comentar sobre a presença do nome do policial em planilhas encontradas com investigados acusados de extorsão, como se essa fosse a única prova da corrupção. Em uma delas, o nome do policial aparece ao lado de uma anotação com o valor de R$ 341 mil, referente a uma quantia que seria transferida por ELG.

 

Fonte: Metrópoles

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