O professor foi condenado a 180 anos de prisão por crimes como violação de privacidade, posse e produção de pornografia infantil
Um professor foi condenado pela Justiça da região de Navarra, na Espanha, a 180 anos e 9 meses de prisão após ser considerado culpado de filmar secretamente 42 mulheres em banheiros de um instituto de ensino e em provadores de lojas.
Segundo a decisão, o caso envolveu a instalação de câmeras ocultas utilizadas para registrar imagens das vítimas sem consentimento, em locais considerados de uso íntimo e privado. As gravações foram descobertas após uma denúncia inicial, que levou as autoridades a apreenderem equipamentos eletrônicos do suspeito e identificarem dezenas de vídeos armazenados.
O tribunal espanhol reconheceu a prática de múltiplos crimes contra a intimidade e a privacidade das vítimas. Apesar da soma elevada das penas, a legislação do país estabelece limite máximo de cumprimento efetivo, que neste caso deve ser de até 15 anos de prisão.
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Além da condenação criminal, a Justiça determinou indenizações às vítimas e a inabilitação do réu para exercer funções relacionadas a menores de idade.
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O caso é considerado pelas autoridades um dos mais graves da região envolvendo gravações clandestinas em ambientes de uso íntimo.