Investigação encontrou mais de 100 fotos impróprias em aparelhos eletrônicos de Richard Lynn Upright, de 56 anos
Um professor de uma escola cristã da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, foi preso durante uma investigação sobre o uso de inteligência artificial para inserir rostos de menores em imagens sexualmente explícitas.
Richard Lynn Upright, de 56 anos, foi detido em 27 de fevereiro e demitido da Vandalia Christian School. Ele enfrenta 10 acusações de exploração sexual de menor em segundo grau.
De acordo com autoridades do Guilford County Sheriff’s Office, as investigações começaram em 23 de fevereiro após denúncias anônimas encaminhadas pelo National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC).
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Quatro dias depois das denúncias, o professor foi preso. Durante audiência realizada na última segunda-feira (2), investigadores revelaram que 111 imagens explícitas foram encontradas em dispositivos eletrônicos do suspeito. Segundo a investigação, as imagens foram criadas com inteligência artificial e softwares de edição, inserindo rostos de menores nas fotos.
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Escola Cristã Vandalia, na Carolina do Norte (EUA), era o local
onde Richard Lynn trabalhava e de onde foi demitido depois
de acusações de exploração sexual (Foto: Google Maps)
O juiz responsável pelo caso estabeleceu fiança de US$ 750 mil (cerca de R$ 3,9 milhões), segundo a emissora WFMY.
Durante a audiência, o pai de dois estudantes que haviam sido alunos do professor pediu ao tribunal que ele não fosse liberado.
— Não conseguir proteger meu filho disso e ver que tudo isso está acontecendo é muito difícil — afirmou.
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A exploração sexual de menores de idade em segundo grau é um crime grave na Carolina do Norte, podendo resultar em pena máxima de 11 anos e 3 meses de prisão. De acordo com um comunicado divulgado pelo Gabinete do Xerife do Condado de Guilford, as investigações continuam em andamento para a definição da pena do ex-professor.